
31/07/2026
Um vinho como ponto partida de entre terra e rio
Um vinho como ponto partida de entre terra e rio
O novo Costa Boal Branco 2025 é o pretexto ideal para regressar ao Douro, desta vez à Quinta de Arufe, em Favaios, onde nasceu a mais recente referência da Costa Boal
Noticia
O novo Costa Boal Branco 2025 é o pretexto ideal para regressar ao Douro, desta vez à Quinta de Arufe, em Favaios, onde nasceu a mais recente referência da Costa Boal Family Estates
A550 metros de altitude, entre solos de transição do xisto para o granito, estendem-se os cinco hectares da Quinta de Arufe, em Favaios. Trata-se da mais recente propriedade da Costa Boal Family Estates. Adquirida em 2023 por António Boal, diretor-executivo da Costa Boal Family Estates, daqui nasceu agora o primeiro vinho produzido exclusivamente nesta quinta, o Costa Boal Branco 2025, que procura traduzir o caráter deste planalto de Favaios, através de um lote onde predominam frescura, elegância e expressão do território.
"O Moscatel Galego Branco é a espinha dorsal deste vinho", explica António Boal, A esta casta juntam-se Gouveio, Rabigato e Viosinho, responsáveis por conferir mineralidade, estrutura e complexidade ao lote. O objetivo foi criar um vinho apto para acompanhar uma refeição, mas também descontraído para poder ser apreciado sozinho. "Queríamos um vinho que fosse o melhor dos dois mundos, tanto à mesa, ao lado de peixe, marisco, sushi ou carnes brancas, mas que também soubesse bem ao final da tarde, junto a uma piscina.” O resultado é um branco de perfil aromático, marcado por notas cítricas, fruta branca e uma acidez proporcionada pela altitude da vinha.
Na adega, a filosofia passa por intervir o mínimo possível. João Freitas, o enólogo da Costa Boal, lembra o essencial: tudo começa na vinha, acompanhando o momento de maturação de cada casta. "O Moscatel é precoce, enquanto o Rabigato ou o Viosinho amadurecem mais tarde. O segredo está em encontrar o ponto certo de cada uma para manter o equilíbrio entre aroma, acidez e frescura."
…
O projeto da Quinta de Arufe continua, porém, em crescimento. Encontra-se em construção um hotel com 14 quartos, com previsão de abertura para o final de 2027, uma valência que permitirá aos visitantes permanecer na propriedade e viver a experiência de forma mais completa. A infraestrutura incluirá sala para provas, salão para grupos, programas de enoturismo e roteiros como o agora realizado, que ligarão esta quinta às restantes propriedades da Costa Boal Family Estates, incluindo a adega de Alijó, e partir à descoberta do Douro.
Mais do que lançar um novo vinho, António Boal pretende criar uma “paragem obrigatória para o cliente provar o vinho no seu local de origem” e apreciar o Douro com tempo. Tempo para caminhar entre as vinhas, descobrir novos miradouros, navegar pelo rio e, claro, provar vinho.
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Ver noticia completa em:
O novo Costa Boal Branco 2025 é o pretexto ideal para regressar ao Douro, desta vez à Quinta de Arufe, em Favaios, onde nasceu a mais recente referência da Costa Boal Family Estates
A550 metros de altitude, entre solos de transição do xisto para o granito, estendem-se os cinco hectares da Quinta de Arufe, em Favaios. Trata-se da mais recente propriedade da Costa Boal Family Estates. Adquirida em 2023 por António Boal, diretor-executivo da Costa Boal Family Estates, daqui nasceu agora o primeiro vinho produzido exclusivamente nesta quinta, o Costa Boal Branco 2025, que procura traduzir o caráter deste planalto de Favaios, através de um lote onde predominam frescura, elegância e expressão do território.
"O Moscatel Galego Branco é a espinha dorsal deste vinho", explica António Boal, A esta casta juntam-se Gouveio, Rabigato e Viosinho, responsáveis por conferir mineralidade, estrutura e complexidade ao lote. O objetivo foi criar um vinho apto para acompanhar uma refeição, mas também descontraído para poder ser apreciado sozinho. "Queríamos um vinho que fosse o melhor dos dois mundos, tanto à mesa, ao lado de peixe, marisco, sushi ou carnes brancas, mas que também soubesse bem ao final da tarde, junto a uma piscina.” O resultado é um branco de perfil aromático, marcado por notas cítricas, fruta branca e uma acidez proporcionada pela altitude da vinha.
Na adega, a filosofia passa por intervir o mínimo possível. João Freitas, o enólogo da Costa Boal, lembra o essencial: tudo começa na vinha, acompanhando o momento de maturação de cada casta. "O Moscatel é precoce, enquanto o Rabigato ou o Viosinho amadurecem mais tarde. O segredo está em encontrar o ponto certo de cada uma para manter o equilíbrio entre aroma, acidez e frescura."
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O projeto da Quinta de Arufe continua, porém, em crescimento. Encontra-se em construção um hotel com 14 quartos, com previsão de abertura para o final de 2027, uma valência que permitirá aos visitantes permanecer na propriedade e viver a experiência de forma mais completa. A infraestrutura incluirá sala para provas, salão para grupos, programas de enoturismo e roteiros como o agora realizado, que ligarão esta quinta às restantes propriedades da Costa Boal Family Estates, incluindo a adega de Alijó, e partir à descoberta do Douro.
Mais do que lançar um novo vinho, António Boal pretende criar uma “paragem obrigatória para o cliente provar o vinho no seu local de origem” e apreciar o Douro com tempo. Tempo para caminhar entre as vinhas, descobrir novos miradouros, navegar pelo rio e, claro, provar vinho.
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FAQ
01
Onde posso comprar os vinhos Costa Boal?
02
Fazem envios para todo o país e para o estrangeiro?
03
Posso visitar a adega Costa Boal?
04
Os vinhos Costa Boal são certificados?
05
Como posso subscrever a newsletter?
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